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Como o exercício físico mudou minha saúde física e mental

Eu sempre fui uma pessoa ativa que praticava algum tipo de exercício físico: quando pequena, fazia balé e sapateado, depois migrei pro tênis, natação e cheguei a praticar yoga por alguns bons anos do início da vida adulta. Em 2019, um dos anos mais complexos que já tive, em que passava por um término de relacionamento bastante difícil, vi na musculação uma válvula de escape.


O problema é que depois de 2019, veio 2020 e, com ele, a fatídica pandemia. O fato de estar sempre em casa, sentada ou deitada, mexendo pouco ou nada do meu corpo, impactou nele de diversas formas: ganho de peso, dores musculares, fadiga e inchaço, coisas que não faziam parte da minha vida até então. Tentei me exercitar em casa e falhei miseravelmente - não tinha como ter disposição pra isso - e senti a mudança do modo de viver direto no meu corpo e, consequentemente, na minha saúde física e mental.



Na época morava em uma rua muito íngrime, meu prédio ficava no final dela, e eu sequer conseguia chegar na esquina, no topo, sem ficar ofegante, suada, cansada. Ir no mercado era um grande esforço, chegava a me desmotivar pensar que não aguentaria caminhar aquele tanto e ainda voltar pra casa carregada de peso. Fico abismada, aqui, enquanto escrevo, em pensar que meu condicionamento chegou nisso. Mas sim, chegou.


Em 2022, com a pandemia "acalmando", me senti confortável em testar algo. Aqui, vou ser sincera com vocês: o primeiro motivo que me fez procurar os exercícios foi sim estética e acho importante pontuar isso. Pensei muito em musculação, já que o objetivo era estético, mas ela zero me atraía. Foi aí que surgiu a Velocity na minha vida - ainda bem.


Lembro bem da minha primeira aula: achei que ia morrer a cada segundo que pedalava e a máscara grudava no meu nariz. Horrível. Mas insisti.

Continuei indo e não consegui parar. Aquela sala preta, música alta, o corpo mexendo e voltando a sentir serotonina de novo se tornou meu ritual de autocuidado depois de tanto tempo negligenciando isso. E foi aí que deixou de ser sobre estética e se tornou sobre o meu bem-estar, saúde física e principalmente mental.


E sinto que foi como reabrir um armário fechado, empoeirado, sabe? Aos poucos fui limpando e organizando ele. Por muito tempo, a bike indoor foi minha melhor-amiga e única opção de exercícios, depois entendi que não bastava pedalar, precisava fortalecer, e aí veio a retomada da musculação. No momento atual, agora, venho descobrindo uma grande paixão por correr, coisa que jamais imaginei, e que delícia é a gente ver a capacidade que o nosso corpo tem!




Hoje, não me vejo mais parada. Por livre e espontânea vontade, sinto gana de me mexer e consigo notar perfeitamente quando não faço isso: a ansiedade aflora, não durmo bem.

Sei que falo da posição de uma pessoa magra, que as motivações, impactos sociais e necessidades são específicas, mas quero poder te trazer uma visão de como o simples fato de movimentar o corpo pode ser maravilhoso. Um momento único, onde só existe você, seu corpo e sua mente, independente do que você esteja fazendo, e isso é precioso demais.


Caso você precise de uma dose de coragem e motivação, vou deixar aqui o link do nosso Bonde das Saradas. Juro de dedinho que é um espaço gentil e acolhedor onde a gente se engaja juntas a fazer um pouquinho todos os dias.


Espero que esse texto te impacte positivamente.

Um beijo,

Toni ♡


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